sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Uczai reafirma posição contrária a Reforma da Previdência

A Bancada do PT no Congresso Nacional realizou, nesta quinta-feira (9), um seminário que deu início ao ciclo de debates sobre “O desmonte da previdência pública brasileira”. O objetivo da atividade foi informar a sociedade a respeito da gravidade das mudanças propostas para a previdência social e mobilizá-la para barrar a proposta de reforma do setor, que tramita na forma da PEC 287/2016.
O deputado federal Pedro Uczai (PT/SC) participou do evento e reafirmou seu compromisso com a classe trabalhadora do país e com o direito à aposentadoria. No seu entendimento a proposta do governo é desmontar a previdência social através de informações e argumentos falaciosos para enganar os trabalhadores do campo e da cidade com a tese do chamado rombo da previdência.  O parlamentar petista explica que não existe déficit no sistema previdenciário.
“Eles apresentam para o povo uma conta enganosa. [O governo] desvia recursos da Seguridade Social para outras áreas do setor público e isenta determinados setores empresariais de pagar os impostos previdenciários. Um dado concreto que temos, por exemplo, é do exercício tributário de 2015 que mostra a Seguridade Social com saldo positivo de R$ 11 bilhões. Ou seja, se considerar a arrecadação correta e as despesas, sobra dinheiro”, destacou.
O parlamentar tem como parâmetro um estudo da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (ANFIP) que revela a arrecadação da Seguridade Social em 2015 no montante de R$ 694 milhões. No mesmo período as despesas foram de R$ 683 milhões.  A Seguridade Social foi estabelecida pela Constituição Federal de 1988 e envolve três áreas do setor público: previdência social, saúde pública e assistência social.
Os impostos arrecadados para essas áreas se somam para fazer a divisão de acordo com a demanda de cada um desses setores públicos. Porém, os tributos arrecadados para cobrir essas três áreas geram grandes recursos e o atual governo realoca para outros setores da gestão pública gerando o chamado “rombo” previdenciário. “É como se você tem uma renda específica de R$ 500 para pagar o aluguel e ‘desvia’ parte desse dinheiro para comprar uma peça de roupa”, explicou.






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Cleberson Marcon
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