quinta-feira, 9 de março de 2017

Confederações patronais defendem reforma trabalhista para modernizar lei e gerar emprego

Dirigentes de confederações patronais defenderam nesta quarta-feira (8) a proposta de reforma trabalhista (PL 6787/16) para modernizar a legislação e retomar a geração de empregos no Brasil. Eles participaram de audiência na comissão especial que analisa o projeto.  
O alto número de desempregados, segurança na relação entre patrões e empregados, fortalecimento da negociação trabalhista e normas rígidas foram assuntos abordados pelo assessor jurídico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Cristiano Zaranza; presidente do Conselho de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Alexandre Furlan; gerente de Relações Institucionais da Confederação Nacional d as Instituições Financeiras (CNF), Damião de Morais; assessora trabalhista da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Danielle Bernardes.
 Em seu comentário, o deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) membro da comissão, defendeu uma proposta mais ousada. O Parlamentar classificou a proposta como tímida. “O projeto deveria ser mais ousado. O maior inimigo do Brasil hoje é o Estado. A legislação tem que premiar quem gera emprego , e não punir. Aqui pune-se quem gera emprego”, disse. "Temos milhões de ações trabalhistas no país que crescem em média 20% ao ano e já tem cerca de 40% maior que o que acontece no mundo. Vivemos uma insegurança jurídica absurda, além dos elevados encargos trabalhistas" e sugeriu o fim da Justiça do Trabalho. 

Raquely Benedet Cella
Assessora Parlamentar
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