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sexta-feira, 13 de abril de 2018


informações da operação e, por exemplo, consegue informações como da posição geográfica da escavadeira, de quem é o operador, qual a hora e data da operação e quantos carregamentos aquela escavadeira fez naquele dia. Quando o caminhão volta da fábrica, ele registra essas informações e compara a posição geográfica e velocidade de toda operação”, afirma o empreendedor.
Crescimento e novos mercados
A expectativa, segundo Djeizon, é continuar crescendo, testando novos mercados e melhorando a tecnologia desenvolvida. “Diversas áreas têm viabilidade para o sistema que criamos. Qualquer tipo de mecanismo de cadeia de suprimentos, em que você tenha que pegar matéria prima em um ponto, transportar, pesar e entregar”, lembrou Müller, citando as áreas de lacticínios e do setor papeleiro, tradicionais na Serra Catarinense, como possíveis nichos a serem alcançados.
Sobre as possibilidades que a aceleração da Spin e o apoio do Órion Parque oferecem à MaisSI, Djeizon não poupou palavras. “As maiores vantagens que a gente tem aqui na Spin são as metodologias utilizadas no Vale do Silício, que são disponibilizadas pela aceleradora. A maior parte das aceleradoras é da área de software, mas a Spin é focada mesmo para a indústria – e nós somos focados para a indústria também. O networking que eles têm aqui em Jaraguá do Sul é muito bem feito junto às indústrias. Já o Órion foi quem nos convidou para apresentarmos um pitch (apresentação em síntese para convencimento do investidor) para esses caras. Fizemos o networking e o Órion Parque foi fundamental para isso acontecer”, reconhece Djeizon.

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