Trata-se de ocorrência de Cumprimento de Mandado de Prisão/Apreensão de Adolescente, Desacato, Resistência, Calúnia, Ameaça e Falsa identidade, a guarnição PM durante rondas abordou dois masculinos em atitude suspeita, em razão de ocorrências recorrentes de furtos na região. Em busca pessoal nada de ilícito foi localizado. Em consulta verificou-se que um dos masculinos possuía mandado de prisão ativo em seu desfavor. O outro abordado foi liberado no local. Em tempo, durante a primeira indagação acerca de seu nome, este repassou por diversas vezes o nome de seu irmão. Assim, foi dado voz de prisão e, conduzido à Polícia Científica e posteriormente ao Presídio Masculino de Lages.
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
Cumprimento de Mandado de Prisão/Apreensão de Adolescente
Trata-se de ocorrência de Cumprimento de Mandado de Prisão/Apreensão de Adolescente, Desacato, Resistência, Calúnia, Ameaça e Falsa identidade, a guarnição PM durante rondas abordou dois masculinos em atitude suspeita, em razão de ocorrências recorrentes de furtos na região. Em busca pessoal nada de ilícito foi localizado. Em consulta verificou-se que um dos masculinos possuía mandado de prisão ativo em seu desfavor. O outro abordado foi liberado no local. Em tempo, durante a primeira indagação acerca de seu nome, este repassou por diversas vezes o nome de seu irmão. Assim, foi dado voz de prisão e, conduzido à Polícia Científica e posteriormente ao Presídio Masculino de Lages.
sexta-feira, 16 de setembro de 2022
Suspeito de matar ex-namorada a facadas e pedradas vira réu em SC
MP pede que ele seja julgado em júri popular. Camila Corrêa, de 26 anos, foi morta em Videira, no Oeste catarinense, no final de agosto.
O ex-namorado de Camila Corrêa, que foi morta a facadas e pedradas em Videira, no Oeste catarinense, foi denunciado por homicídio qualificado, informou o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) na quarta-feira (14). A Justiça recebeu a denúncia.
Camila, que tinha 26 anos, estava separada há três dias quando foi assassinada, em 29 de agosto. Ela tinha dois filhos pequenos, conforme o MPSC. O crime foi motivado pelo fato de o réu não aceitar o fim do relacionamento. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
O ex-namorado teve a prisão em flagrante convertida em preventiva na noite seguinte ao crime. Segundo a denúncia, ele vai responder por homicídio com quatro qualificadoras: motivo torpe, feminicídio, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
O MPSC pede que o réu seja julgado em júri popular.
A mulher foi morta com ao menos nove facadas nas costas. Em seguida, o homem golpeou a vítima com pedras na cabeça. Vizinhos chamaram o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A Camila chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu.
Como aconteceu o crime?
Inicialmente, a Polícia Militar informou, no dia do crime, que a mulher teria ido na casa do ex-companheiro pegar alguns pertences pessoais e foi morta. No entanto, a investigação apurou que o assassinato ocorreu de forma diferente.
A Polícia Civil informou que a casa onde houve o crime era o local onde Camila morava. O imóvel pertencia ao ex-padrasto do réu. O acusado não morava nesse local, mas sabia que a vítima residia no lugar.
No final de semana antes do assassinato, Camila não estava na casa. No dia do crime, uma segunda-feira, o réu esperava que ela voltasse ao imóvel. Quando ela chegou, sem qualquer pré-discussão, o acusado atacou a vítima, conforme a investigação.
G1SC
Remédio mais caro do mundo: entenda como age o medicamento para pacientes com AME
Terapia genética devolve gene faltante ao organismo. Em Chapecó, menino de 1 ano conseguiu direito ao Zolgensma através de decisão judicial.
O medicamento conhecido com o mais caro do mundo, usado no tratamento de pacientes com Atrofia Muscular Espinhal (AME), foi assunto nesta semana em Santa Catarina após os pais de um menino de 1 ano conseguirem na Justiça que o bebê receba o remédio.
A criança, chamada Matteo, recebeu o Zolgensma, como é conhecido o medicamento milionário, na quinta-feira (15).
O remédio é uma terapia genética que devolve ao paciente o gene faltante, explicou a neuropediatra Adriana Banzzatto Ortega. O remédio foi desenvolvido por um laboratório nos Estados Unidos, é vendido por uma empresa suíça e custa cerca de R$ 6 milhões.
Quem tem AME não tem o gene SMN1, responsável por produzir uma proteína necessária para a sobrevivência de neurônios que atuam na parte motora do corpo.
Por essa razão, a AME pode afetar a capacidade de caminhar, comer e, em alguns casos, respirar.
Como funciona o Zolgensma?
O remédio é uma terapia gênica de dose única. A neuropediatra explicou que o tratamento para AME e outro para cegueira são exemplos de medicamentos que introduzem um gene no paciente.
"Para devolver o gene, a gente precisa de um veículo, digamos assim. Usa-se um vírus não patogênico, um adenovírus modificado, tipo 9. A gente pega esse vírus, tira o vírus de dentro da cápsula que o envolve e põe o gene que você quer dar ao paciente", explicou.,
Não há alteração no DNA do paciente, segundo Ortega. A aplicação dura cerca de uma hora. A dose é conforme o peso da criança. Quanto mais leve o paciente, menor a dosagem.
O remédio tem efeitos colaterais?
A neuropediatra explicou que, como o gene é introduzido no paciente através da cápsula de um vírus, efeitos colaterais podem ocorrer. Porém, há como fazer um trabalho de prevenção.
"O vírus não é maléfico, mas o corpo faz a reação com anticorpos. Para diminuir a reação, usa-se corticoide, aqueles usados até para rinite. Começa a usar um dia antes e continua por pelo menos dois meses o corticoide", explicou.
O objetivo é evitar alterações no fígado. Há casos em que a criança precisará ficar internada, mas se trata da minoria dos pacientes, conforme a neuropediatra.
A eficácia do remédio está comprovada?
Segundo Ortega, a eficácia já foi comprovada. "Estudos clínicos de crianças com AME tipo 1 [em bebês], bebês bem novinhos descobrem [a doença] já no teste do pezinho. É uma rotina lá fora [no estrangeiro] e já começam a medicação com um mês, bem cedo. Eles [bebês] estão se desenvolvendo normalmente, com 1 ano já estão caminhando, correndo", afirmou.
Ortega explicou que, após a aplicação do remédio, as terapias de reabilitação são importantes para a criança desenvolver os movimentos. São atividades como fisioterapia, fonoaudiologia (para os pacientes treinarem o procedimento de engolir a comida) e ocupacional (para melhorar as habilidades com as mãos).
Remédio não pode ser considerado cura
A neuropediatra explicou que não é possível afirmar que o Zolgensma cura a AME.
"Com remédios, a gente devolve esse gene [faltante] para o paciente. A cura é quando o paciente recebe o medicamento e anda e corre. Se [o paciente] já está em fase mais avançada da doença, as lesões que já teve por causa da morte de outros neurônios, não vai conseguir reverter", explicou.
Ou seja, o medicamento não é capaz de recuperar as células que já morreram por causa da doença.
A dose única dura para toda a vida?
Ortega explicou que o fato de a terapia gênica ser muito nova impede que se saiba com precisão por quanto tempo ela funciona.
"A princípio, acredita-se que por 15 anos o gene vai continuar íntegro. Não se tem nenhuma terapia gênica maior do que anos 15, por isso acredita-se que esse tempo seja viável. Depois disso, não sabemos dizer", explicou.
G1SC
CUMPRIMENTO DE MANDADO DE PRISÃO.
FURTO
TRAFICO DE DROGAS.
Ocorrência de Tráfico de drogas, as guarnições da receberam informações via Central de Emergências,por volta das 09h17min, Avenida Juscelino Kubitschek, Jardim das Camélias – Lages/SC. Que um masculino posteriormente identificado M.P.F. 31 anos, abandonou o veículo GM Vectra na Rua Castro Alves no centro e saiu pela via sem roupa somente de cueca. Em ato contínuo deslocado até o local onde foi abordado o masculino totalmente transtornado, em conversa com mesmo relatou que reside no município de Palhoça/ SC e que teria deslocado a Lages na companhia de alguns amigos e participado de uma festa em uma boate com algumas garotas de programa e que lá fez uso de cocaína e entrou em surto, fugindo do local. Após consulta do nome foi observado que o mesmo já tem registros que indicam o envolvimento com o tráfico de drogas o que motivou a suspeita de que no fato hora narrado poderia existir algum vínculo com a prática do ilícito. Assim o veículo foi submetido a busca e no interior nada encontrado, entretanto o porta malas não abria Indagado o abordado desconversou e disse que o veículo pertencia a um amigo de Lages.
Na sequência foi acionado o Samu para atendimento do masculino e o serviço de guincho para o veículo que ficou sobre a via pela falta de combustível.
Após o atendimento que foi encaminhado até a UPA a guarnição deslocou ate o pátio B Auto para em local mais apropriado fazer a abertura da porta mala o que foi possível somente pela parte interna do banco traseiro e foi encontrado uma grande quantidade de drogas sendo 39 Tabletes e uma pequena porção de substância análoga a maconha totalizando 33,800 Kg , 01 Tablete de substância análoga a cocaína pesando 890 gramas.
Diante dos fatos a guarnição deu voz de prisão a M.P.F. que liberado do atendimento médico foi algemado e encaminhado até o IGP e posteriormente até a central de polícia juntamente com a droga apreendida.
quinta-feira, 15 de setembro de 2022
Mãe relata agressão de professora contra filho autista em creche de SC: 'Medo de ir para escola'
Polícia Civil investiga caso. Secretaria diz que aguarda relatório da direção da creche.
Uma mãe relatou que uma professora de uma creche de Florianópolis agrediu verbalmente e fisicamente o filho dela, um menino autista de 6 anos, com um apertão no braço. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso.
A Secretaria de Educação de Florianópolis disse em nota que aguarda um relatório da direção da creche para tomar uma decisão
A mãe fez um boletim de ocorrência sobre o caso. No documento, ela relatou que, em 1º de setembro, o filho foi agredido "com palavras e com um apertão no braço" pela professora.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, na quinta-feira (8) à tarde a mãe foi até a creche e conversou com a diretora. Mais tarde, quando foi buscar o filho na escola, o menino disse que foi coagido pela professora.
A Polícia Civil disse que não vai passar mais informações sobre a investigação porque o caso envolve pessoa menor de idade.
Detalhes
A mãe conversou com o g1 e deu mais detalhes. Segundo ela, a professora em questão é de educação física. No dia 1º, o filho havia machucado o pé ao descer do ônibus.
"Além de forçá-lo a brincar, [a professora] agrediu a índole do menino, chamando-o de fraco porque ele não achou a bandeirinha da brincadeira", afirmou a mãe.
Ela também detalhou o que ocorreu na quinta, dia em que ela conversou com a diretora da creche. "A professora atacou de novo no dia 8, falando [ao filho] "você não precisava contar tudo pra sua mãe. Que a mãe dele estava brava com ela".
Nota da Secretaria de Educação de Florianópolis
A Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis (SME) aguarda para esta semana o relatório da direção da unidade educativa em questão. Esse documento terá como destino o Departamento de Integração e Mediação Educacional (DIME). O setor, por sua vez, irá ouvir as profissionais do núcleo de educação infantil, seguindo os procedimentos administrativos necessários para apuração dos fatos. Após esse passo será tomada uma decisão.
G1SC
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